Mini Série “Desapega que a Vida flui” – Vanessa D'Auria

Mini Série “Desapega que a Vida flui”

vanessa on September 20, 2018

Mini Série ‘Desapega que a Vida Flui’

Episódio #1: Organização | Abertura

“Desapegar é organizar as gavetas do coração deixando só as peças claras”

Hoje inicio o primeiro de 10 episódios da série “Desapega que a vida flui!”
Essa série contará com reflexões de amigos empreendedores de diversas áreas de atuação onde, cada um falará um pouquinho sobre esse tema dentro do seu segmento.
Desde já agradeço todos que aceitaram o convite para participar! Honro muito cada um de vocês que faz acontecer mesmo diante de tantos desafios que enfrentamos na arte de empreender/viver. 🙏❤
O meu intuito com esse mini projeto compartilhado é trazer a importância do desapego para que nossa vida flua melhor, mas, mais do que isso, mostrar que, desapegar, vai muito além do ato de descartar/doar roupas e objetos.
Bom, partindo da minha experiência, há 1 ano e meio, quando decidi chacoalhar a minha vida, desapegando de todas as tralhas físicas rumo a uma vida mais leve e minimalista, sentia um peso grande mesmo tendo saído um caminhão enorme do exército da salvação de coisas da minha casa para doação, sem contar os descartes! Não precisou muito tempo pra eu compreender que esse peso que eu ainda sentia era um peso emocional e, foi somente quando desapeguei das tralhas emocionais que conclui o meu processo de transformação através da organização.
Sabe aquela famosa frase do pequeno príncipe, “O essencial é invisível aos olhos”? Então, foi partindo desse princípio que me libertei do casulo e comecei a voar…
Apresentado o trailer, convido todos a acompanharem nos próximos dias essa série rápida, de somente 1 temporada e 10 episódios, mas com um conteúdo intenso e real de pessoas que muito admiro muito e recomendo!
Prepare a pipoca e se liga aqui nos próximos dias às 21hs! 🍿🎬😉
🔸Encerre ciclos,
🔸Feche portas,
🔸Termine capítulos,
🔸Deixe para trás o que não te leva para frente.
#Desapegaqueavidaflui ! 😘

Episódio #2: Alimentação

“Desapegue do excesso de regras externas e das neuroses ao comer. Torne sua alimentação mais leve e prazerosa.”

Seguir dietas restritivas, cheias de regras ou modismos alimentares, que proíbem ou enaltecem o consumo de certos alimentos, aumenta em até 18% as chances de desenvolver transtornos alimentares.
Também não colaboram para manutenção de um peso saudável, pois 95% das pessoas que perdem peso com dietas voltam a ganhar peso em no máximo 2 anos.
As dietas restritivas e os modismos alimentares desconectam você da sua fome e sua saciedade, ignoram sua história e sua vida social, desconsideram sua rotina e hábitos.
É importante pensar que saúde é bem estar físico, emocional e social, e uma alimentação verdadeiramente saudável, precisa considerar esses três pilares.
Alimentar-se de forma saudável é permitir-se comer de tudo no momento oportuno, seja uma fruta no meio do dia de trabalho ou uma pizza na comemoração com amigos.
Alimentar-se é uma necessidade básica, que fazemos todos os dias, mais de uma vez, se todos os momentos (antes, durante e depois de comer) forem cheios de preocupações e tenções a sua saúde mental ficará perdida.
Tornar esses momentos mais leves e prazerosos, com certeza proporcionará melhor saúde.
Desapegar das regras externas, voltando seu olhar para você, sua rotina, seus hábitos e tentando entender seus desafios alimentares, reconectando-se com seus sinais internos de fome e saciedade, entendendo suas reais necessidades de comer, com certeza fará diferença para encontrar uma rotina alimentar que se encaixe no seu dia-a-dia e proporcione bem estar físico, emocional e social.
Se ter uma alimentação que te proporcione bem estar físico, emocional é social tem sido um desafio para você, entre em contato, será um prazer te ajudar.

Escrito por:
Inty Davidson
Nutrição Acolhedora
@nutricionistainty

Episódio #3: Corpo

“Desapegue do julgamento externo sim, mas, principalmente, do seu próprio julgamento.”

A dança é uma das ferramentas mais maravilhosas para o autoconhecimento. Na dança, podemos perceber movimentos como partes do nosso corpo que nem sabíamos que existia; Descobrimos o quanto somos belas!!! Descobrimos que, quanto mais movimentarmos nosso corpo, nosso quadril, mais libertas somos. Aprendemos a respeitar nosso tempo, sentimos a imensa alegria da superação, treinamos a máquina mais perfeita e com aplicativos mais modernos: o nosso corpo.💃 Porém, ainda nos prendemos a julgamentos; pensamos o tempo todo se estamos fazendo certo, se o figurino está adequado, se minha dança vai agradar ao outro e nem percebemos que, a primeira a nos julgar somos nós mesmas! Quer saber? As pessoas vão julgar de qualquer maneira… inclusive se você não dançar, vão dizer: ‘nossa, mas ela faz aula e nem se apresenta?’ Rsrs… quê coisa não?! Então, porquê nos privarmos de fazer o que amamos por causa do outro?
Por quê temos vontade de dançar, mas colocamos obstáculos como: “acho lindo dançar, mas sou muito gorda ou sou muito magra; ou, não tenho idade para isso; ou, não sou sensual o suficiente…” Só pare! Desapegue desse medo de ser julgada e isso se espalhará por todas as áreas da sua vida! Porque somos na dança, o que somos na vida! 💗
Sabe qual o remédio para desapegar do julgamento? O AMOR PRÓPRIO, quando nos amamos, respeitamos nossa essência e não nos importamos com a opinião do outro. Trabalhamos a aceitação e no fim a única coisa que queremos é sermos felizes!!! A vida é movimento! A dança é oração em forma de movimento! A dança cura, liberta e transforma. Desapegue do julgamento e voe nos passos de dança! Se ame e se liberte!

Escrito por:
Isméria Faon – Professora Certificada pela Federação de Dança;

Especializada em dança do ventre, dança cigana e danças sensuais.

@tsaraismeriafaon

Episódio #4: Mente

“Desapegue, Nada Permanece”

Os anos passam, as experiências se desdobram e surge a tendência de reunir lembranças e objetos que criaram em nós uma boa referência. Diante desse movimento quase automático, o apego aparece como um sentimento pouco compreendido. Ainda que revele a tendência de alimentar uma segurança, o apego, no fundo, é um elemento ligado à estagnação. O apego cria um sentido de brevidade e limitação, diminuindo o potencial de novas apostas e projetos.
Todo apego gera um sentimento de posse, diminuindo as chances do indivíduo em arriscar algo diferente, condicionando a pessoa a antigos hábitos. Comumente a nostalgia e o medo da perda se fazem presentes. Nestes casos, refletir sobre o que se acumulou e o sentido da doação (ou desapego) torna-se importante para uma expansão do ego (eu).
Há uma tendência do ego em se sentir mais empoderado a partir da posse e acúmulo de objetos, criando a sensação de segurança e permanência no mundo. No fundo, o que o ego não percebe, é que a única realidade é a impermanência. Nada fica, nada deverá permanecer. Tudo segue conosco por um período de usufruto e logo a seguir entra em movimento de reciclagem. Assim acontece com as roupas, os sapatos, com a mobília, o carro, utensílios de cozinha, brinquedos, antigas ideias e lembranças. Tudo ocupa um espaço por um determinado tempo. Qual atitude seria mais interessante para o ego diante desse fluxo de impermanência? Tornar-se mais poroso diante da vida, seria uma boa resposta. Ser poroso é mostrar-se mais receptivo e espontâneo frente a objetos e ideias, criando a consciência de que o novo deve gerar um movimento criativo na vida, e não uma estagnação em relação a ela. O sentimento de posse, prende; a atitude de desapego, impulsiona, levando o indivíduo a encarar a realidade de forma livre, menos engessada. Geralmente, a partir dessa permissão do ego, as coisas tendem a uma fluidez em relação aos anseios e expectativas da pessoa em seu cotidiano, gerando uma atmosfera mais favorável ao bem-estar e um ambiente mais propício à leveza.
Em resumo, talvez seja essa a nossa tarefa no cotidiano: reaproximar leveza e satisfação em tudo o que promovemos.

Escrito por:
Luciano Cirumbolo | Psicólogo Clínico
@luciano_cirumbolo
www.lucianocirumbolo.com.br

Episódio #5: Ambiente

“Menos quantidade, Mais qualidade; Menos tendência, Mais essência!”

Trabalhando há anos com projetos arquitetônicos, principalmente residenciais, algo que sempre me chama atenção é necessidade de seguir certos modismos, ou tendências e nem falo sobre revestimentos, cores, acabamentos, que são como nossas roupas, mudam junto com nossos interesses, mudam com nossa evolução, na verdade, somos influenciáveis e queremos estar na “crista da onda”, por mais diferenciados que tentemos ser, sempre acabamos indo com a maré, é inevitável.

O que gostaria de expor aqui e com o que sempre provoco meus clientes é sobre a necessidade de certas coisas, por exemplo, é muito comum me pedirem espaços, ou seja, ambientes que acabam não tendo muita função para o estilo de vida daquela família, noto um desejo por espaços vendidos em estratégias de marketing, que convencem que certos itens são necessários, exemplo, a brinquedoteca, aquele espaço com o qual os pais sonham que conseguirão deixar os filhos e seus brinquedos, liberando o restante da casa da “bagunça” da molecada, é ilusão, embora não tenha filhos, observo e ouço muito, é comum ouvir pessoas dizendo-se arrependidas de terem insistido naquele espaço, crianças tendem a ficarem juntas dos adultos, querem brincar onde nós estamos e não num quartinho isoladas.

Há casos e casos, mas será mesmo necessário sacrificar o dimensionamento de outros ambientes, para encaixar um espaço assim? Ou, será que é necessário aumentar a área construída para criar mais um ambiente?
Construir não é barato, os lotes nem sempre comportam todos os nossos sonhos, existem regras e limites para a construção (que nem sempre são respeitados, mas isso é outro papo), então precisamos avaliar o que é necessário, o que cabe no orçamento, o que é viável.

Outro exemplo é a tendência em exagerar na quantidade de banheiros, já fiz uma casa para apenas 3 pessoas, onde haviam 7 banheiros! Mas por que essa implicância com os banheiros? Se analisarmos bem, proporcionalmente, são os ambientes mais caros de uma casa, têm revestimentos, tubulações, louças, metais, a manutenção ao longo dos anos.
Claro que para alguns o custo não é problema, nem as dimensões do lote, mas para a maioria essa regra não vale. Será que não é mais interessante ter espaços um pouco mais folgados e menos compartimentados? De repente mais flexíveis?

Os desejados “espaços gourmet”, churrasqueiras, fornos, chopeiras, são itens solicitados, espaços muito legais, divertidos, mas o que antes era um canto com apenas uma pia e uma churrasqueira, hoje são verdadeiras cozinhas duplicadas, que passam grande parte do tempo, ociosas, citei a chopeira, pois certa vez num projeto de um espaço desses, que era bem enxuto nas dimensões, me solicitaram uma, ocupando um espaço que não estava disponível, no papo descobri que a pessoa nem bebia, pensou em ter o equipamento só por pensar ser algo utilizado em espaços como aquele!

Enfim, são itens que o marketing do mercado imobiliário cria para tornar diferenciados seus empreendimentos, mas que migram para o inconsciente do consumidor tornando aquilo quase obrigatório. Claro que sonhos não são mensuráveis nem justificáveis, mas muitas vezes esses sonhos nos levam a cometer exageros, penso que num investimento alto como uma residência seguir a “tendência” na hora de dimensionar, pode ser algo complicador na realização daquele sonho.

A dica é tentar fazer aquilo que é essencial para quem viverá ali e não seguir o mercado, porque o mercado muda o tempo todo.

Escrito por:
Daniel Zangilorami
Arquiteto e Urbanista
@danielzarquiteto

Episódio #6: Criatividade

“Para o criativo nada é tudo. Desapegar-se é portanto, criar oportunidades para o novo!”

O “medo do papel em branco” é sintoma comum durante processos criativos. Para muitos, essa é a emblemática imagem do bloqueio criador. As pessoas têm medo de que uma imagem em branco domine suas mentes justo quando estariam procurando por uma solução eficaz ou uma grande ideia.
O que elas não sabem porém, é que considerar que um papel em branco esteja “vazio” é um tremendo engano.
Como sustenta o crítico de Arte Gilles Deleuze, o papel em branco está repleto de informações e de tudo o que já conhecemos. Ou seja, o que nos bloqueia não é estarmos vazios de ideias mas conhecermos tantas outras que acabamos sendo absorvidos por elas assim como por todos os julgamentos que elas provocam. Por isso o artista Henri Matisse disse certa vez: para pintar uma rosa, esqueça todas as outras!
O desapego é fundamental para um criativo. Pois criar algo novo requer abandonar certezas e desconstruir padrões. Sim, informações, referências e conhecimento são fundamentais para a nossa inteligência. Mas só farão sentido se soubermos criar relações entre eles e jogar fora aquilo que não cabe em nós. Precisamos aprender a abandonar o que não nos serve para deixar ecoar o que nos ressoa. Caso contrário, como disse o designer Bruno Munari, seremos como dicionários: um vocabulário vasto sem nem sequer uma poesia.

Escrito por:
Chris Mazzotta
Coach de Criação
@chrismazzottartworks

Episódio #7: Energia

“Desapegue das energias estagnadas em sua Casa e ela se transformará em um LAR”

Muitas vezes entramos em um ambiente e nos sentimos bem. Um local agradável, harmonioso, leve e temos vontade de permanecer ali. Outras vezes entramos em um ambiente e nos sentimos incomodados com vontade de sair rapidinho. Essas sensações se devem ao fato de como os ambientes se comportam frente à energia vital (denominada CHI pelos chineses) presente nos locais.
O Feng (vento) Shui (água), é uma Arte Chinesa de harmonizar os ambientes, utilizando técnicas para equilibra-los de acordo com as leis da Natureza. Em outras palavras é como dar um tratamento de acupuntura aos ambientes, capturando boas energias e desbloqueando energias estagnadas.
Para que uma construção se transforme em um LAR alguns processos são necessários, primeiro os equipamentos e móveis, depois a decoração, que através de cores, materiais como madeira, cerâmica, plantas, animais, vão agregando vida ao local. Por fim, colocando os elementos vivos e simbólicos, nos locais adequados nossa casa passa a ser nosso Lar, nosso refugio, nosso local demarcado no Universo, nosso Santuário, para onde temos o prazer de voltar e onde recarregamos nossas energias.
A prática do Feng Shui abriga a filosofia de viver em harmonia com a Natureza, buscando o equilíbrio, criando um ambiente saudável para enfrentarmos nossos desafios diários.
A 19 anos atrás a Vida me presenteou com a semente da Arte do Feng Shui. Desde então com essa semente na mão e muita gratidão no coração, como consultora, procuro honrar, ser fiel e compartilhar esse Presente que a Vida, tão generosa me ofertou.

Escrito por:
Márcia Murari
Consultora de Feng Shui
@marciafengshui

Episódio #8: Amor

“Ninguém é de ninguém! Só fique do meu lado se for para me fazer bem!”

O amor só vem para quem “se” trata bem! E se desapega do que não lhe convém. Muito se fala em amor, mas poucos sabem amar. O amar se aprende dentro de casa, é em nosso lar e diariamente que praticamos o verdadeiro amor, aquele sem cobrança, o afeto verdadeiro. Por experiência eu sei que o amor é “Pão com manteiga” há 38 anos meu pai faz café em casa, e nunca vi meu pai reclamar, enquanto minha mãe dorme até mais tarde … ele sabe que ela gosta. Assim é o amor fazer o bem para o outro e ponto. Muitos se sujeitam a “amores” rasos (ainda chamam isto de amor) onde algo tão simples se torna um incômodo, o amor não incomoda o que incomoda é a falta dele, e como é difícil se desapegar do “pouco”. Nunca saberemos o que nos espera lá na frente se não deixarmos o pouco ir embora. Ninguém disse que seria fácil. Mas uma coisa é certa, os tipos de amores se aproximam a medida como você trata a si mesmo. Não, ele não era um grosso, ele não te fez de boba, ele não te iludiu, assuma sua parcela de culpa, assim é como você se trata e permite que o outro faça. O amor não sobrevive a migalhas muito menos a esperas, o amor verdadeiro é para ontem ele chega te mostrando para o que veio. Ele chega sem avisar mas só chega para quem primeiramente sabe se amar, porque é aí que ele quer chegar! Se permita experimentar, quem sabe pode chegar até no altar! 😉

Escrito por:
Vanessa Miranda
RP no Buffet Adelina|Assessora de Casamentos
@vanessamiranda_espacoadelina

Episódio #9: Juliana Simão – Rotina

“Desapegue dos velhos hábitos e crie uma nova rotina para uma nova vida!”

O nascimento de um filho muda totalmente a nossa vida, os horários não são mais os mesmos, os hábitos também não e muito menos o sono.
Nossa vida muda em todos os sentidos e é frustrante achar que iremos manter o mesmo estilo de vida, principalmente nos primeiros anos.
É preciso desapegar de muitos hábitos e acredito que este seja o segredo para enfrentar esta fase de uma forma tranquila e feliz.
Muitas vezes, quando nos tornamos pais ainda queremos a vida que tínhamos antes dos nossos filhos, ficar sem fazer nada, dormir sem hora para levantar da cama, maratonar filmes e séries de TV, fazer malas de uma hora pra outra e cair na estrada, não ter que apertar os armários da casa para incluir as coisas do bebê, ir ao mercado somente quando a geladeira estiver vazia e por aí vai.
Mas com o nascimento de um filho não é bem assim, não insista nos velhos hábitos porque eles não fazem mais parte da sua vida, vire e inicie uma nova página no livro da sua vida porque agora tem uma pessoinha que precisa muito de você e você precisa se adaptar.
Os novos hábitos são agora para toda a família.
E por isso, iniciar uma rotina é fundamental para te ajudar a iniciar esta nova fase.
A falta de tempo é uma das maiores queixas dos pais, e não é tão simples introduzir uma rotina na vida dos filhos, principalmente devido a nossa correria do dia a dia, mas o importante é começar e criar hábitos saudáveis para toda família.
Faça uma rotina real e simples para que assim, você consiga colocar em prática.
Coloque no papel os horários da família, por exemplo, se trabalham fora e descansam aos finais de semana, o ideal é fazer rotinas separadas.
Comece a desenvolver a melhor rotina que se adapta a realidade da sua vida!
Esta palavra causa espanto para algumas pessoas, afinal como introduzir uma rotina para um bebê tão novinho? Por que criar horários e hábitos para as crianças?
A rotina é muito importante para as crianças, pois ela é um dos aspectos principais para o desenvolvimento da autonomia, tornando assim, elas mais seguras.
As crianças se sentem seguras quando sabem o que vai acontecer.
E falando um pouco sobre o sono infantil, a rotina é fundamental porque é muito importante que as crianças recebam os estímulos necessários durante o dia, como: brincar, descobrir, desenvolver e ter horário para dormir.
Crie um ritual do sono com seu filho, pode ser a sequência: mamar, banho, escovar os dentes, contar uma história e dormir.
E faça sempre desta forma, assim seu pequeno vai aprender que a sequência destas ações vai terminar num soninho confortável para ele.
Além de ser um momento muito gostoso para toda a família!

Escrito por:
Juliana Simão
Consultora do Sono | Alegria Materna
@alegriamaterna 

Episódio #10: Liberdade

“Desapegar é se libertar dos padrões, dos bens materiais, das atitudes e sentimentos negativos, e descobrir o verdadeiro significado da palavra liberdade!”

Sempre tive o sonho de dar uma volta ao mundo e depois que recebi o diagnóstico de esclerose múltipla, tive a certeza que realizaria esse sonho!

Desapegar de tudo pra viver esse sonho, pra mim foi fácil, afinal, o sonho era meu. Já pro Fábio, meu namorado, precisou de um pouco mais de tempo! Primeiro, ele precisou desapegar da incerteza de deixar um emprego com um bom salário, do medo de como seria a volta pra casa depois da viagem, e de alguns bens materiais, como o carro.

Pra conseguir juntar dinheiro, tivemos que desapegar de velhos hábitos. Paramos de comer fora e começamos a levar marmita pro trabalho. Em casa, só comida simples! As baladas e os barzinhos foram deixados de lado e os encontros com os amigos passaram a acontecer na nossa casa ou na casa deles. Roupa nova, sapato novo, celular novo? Nada disso! Somente o necessário!

Depois de 4 anos de planejamento e espera, o grande momento chegou! Pedimos demissão no trabalho, vendemos o carro e todas as nossas coisas, nos despedimos da família e dos amigos, e há quase 2 anos estamos na estrada.

Aprendemos a viver com muito pouco! Nossa casa é uma barraca. Nossos alforges são nossos armários e neles, cabem apenas alguns utensílios de cozinha e algumas peças de roupas.

As únicas coisas de valor que temos hoje são nossos notebooks e duas câmeras fotográficas que registram cada quilômetro dessa aventura, e claro, nossas bicicletas, o bem mais valioso de todos, porque graças a elas, estamos vivendo o melhor momento das nossas vidas!

Se por algum segundo nos arrependemos de tantas mudanças? Nunca! Na verdade, nos questionamos o porquê não fizemos isso antes!

Essa experiência nos trouxe conhecimento e autoconhecimento! Somos pessoas melhores hoje, desapegadas de tudo e despidas de qualquer tipo de preconceito.

Aprendemos a valorizar o que merece ser valorizado. Descobrimos como as palavras e os pensamentos positivos são capazes de fazer coisas inacreditáveis acontecerem. Comprovamos como a gratidão tem o poder de transformar as nossas vidas. Aprendemos sobre amor, sobre perdão, sobre respeito… e conhecemos o verdadeiro significado da palavra liberdade!

Escrito por:

Joyce Sil

Girando o Mundo

@girandoomundo

FIM

Direção:

Vanessa D’Auria

Personal Organizer | Arquiteta

#vanessadauriaorganizer ઈઉ

“Venha experimentar o poder da transformação através da organização!”

APRENDA A SE ORGANIZAR

Todo semana você encontra conteúdo novo no blog. Para receber os lembretes de atualizações em seu e-mail, cadastre seu endereço no campo abaixo:

0 comments
Post a comment

WhatsApp WhatsApp